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llms.txt

Esta documentação também é publicada em dois arquivos de texto, na raiz do site, seguindo o padrão llmstxt.org:

/llms.txto índice: o que este site é, e o que há nele
/llms-full.txta documentação inteira num arquivo só

Um agente de IA que precisa escrever YAML do cfourdev tem duas possibilidades: navegar por dezenas de páginas HTML, ou buscar um endereço e ler o contrato inteiro de uma vez.

O llms.txt existe porque é um endereço que se procura sem perguntar: o padrão diz que ele fica na raiz do site, então nenhum agente precisa que alguém conte onde ele está. O llms-full.txt é o conteúdo.

São dois arquivos e não um porque o consumidor é diferente: o índice tem alguns quilobytes e responde “o que é este site”; o completo é a documentação inteira, e só vale a pena buscar depois de saber disso.

O llms-full.txt é Markdown puro, montado a partir das mesmas páginas deste site — não é uma segunda descrição escrita à parte. Uma cópia à mão seria a descrição que envelhece calada.

Cada documento entra como um bloco marcado, e o cabeçalho do arquivo diz a versão do formato, quantos documentos ele traz e o hash do conteúdo.

O conteudo-sha256 existe para um consumidor saber que a documentação mudou sem baixar tudo de novo. Por isso o cabeçalho não tem data: um carimbo de tempo faria toda reconstrução parecer uma mudança.

Terminal window
curl https://docs.cfourdev.com.br/llms.txt
curl https://docs.cfourdev.com.br/llms-full.txt

Eles são servidos como text/plain, com cache curto.

O modelo da sua arquitetura. Estes arquivos são a documentação do formato e da ferramenta — a metade “como se escreve isto”.

A outra metade — “o que está escrito no nosso modelo” — é o servidor MCP, que responde sobre o que a sua organização publicou.

Um agente bem equipado usa os dois: o llms-full.txt para saber escrever, e o MCP para saber o que já existe.